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domingo, 21 de julho de 2013

Estudos no exterior - África do Sul


 Por Waleska Bruno

Olá, amigos!

Faz um tempinho que não posto nada aqui... Mil perdões! Tive um semestre (2013.1) muito difícil na faculdade, muitas leituras e dissertações. Bem, mas o que importa é que aqui estou. Trago-lhes uma ótima entrevista para vocês que pensam em fazer um intercâmbio no exterior em língua inglesa. Adivinhem onde? EUA, Canadá, Austrália... NÃO! África do Sul!! Vai dizer que você é mais uma daquelas pessoas que acham que na África, só há a mais pura pobreza, animais selvagens e tribos?  Não, nada disso! Vamos lá mudar nossos conceitos com a nossa querida entrevistada Beatriz Gondim que fez um intercâmbio na África do Sul! Antes, é claro, vamos conhecer um pouco da nossa entrevistada.


Conheci Beatriz Gondim na mesma instituição em que trabalho, por intermédio de uma amiga em comum, Simone Reis. Logo percebemos que tínhamos muito em comum: gosto pela dança, pelos estudos e VIAGENS! Beatriz  é uma simpática jovem de mais de vinte anos, possui graduação em administração de empresas e mestrado pela UFC, atualmente, doutoranda na UFPE. Sua dança predileta é a dança do ventre e já fez várias  e belas apresentações. Como falei, anteriormente, ama viajar. Em 2011.2, mergulhou de cabeça em um  interessante e belo intercâmbio em língua inglesa na  África do Sul. 

O blog W-B agradece sua preciosa e enriquecedora contribuição e deseja muito sucesso em todos os seus projetos! 

Foto arquivo: Beatriz Gondim
"Muitas pessoas me disseram: “a África?!” E a minha resposta era: “por que não?!”. Digo o mesmo! A experiência de um intercâmbio é incrível, por que não?! Permita-se!"  Beatriz Gondim

Para embalar a nossa super entrevista, a canção "Paradise" da banda Coldplay. Fonte: www.youtube.com.br

1. Você estuda língua inglesa a bastante tempo?
No total, sim. Uns 4 a 5 anos. Mas estudei, parei, voltei. Quando fiz o intercâmbio estava tendo aulas particulares.

2. O que a motivou a estudar essa língua?
No início, obrigação. Hoje, saber inglês é viver! É se comunicar com o mundo!

3. Quando e por que decidiu fazer um intercâmbio?
Eu rompi um relacionamento de quase sete anos e decidi que queria fazer a viagem da minha vida. Unir o útil (aperfeiçoar-me na língua) ao agradável (conhecer um lugar lindo e distante que, certamente, seria mais difícil de ir caso tivesse filhos, etc).

4. Quais foram os seus primeiros passos para realizar o sonho do intercâmbio?
O primeiro passo foi reunir informações em sites e blogs de viagem. De cara, queria ir a Nova Zelândia ou África. Não queria um destino usual e que tivesse muitos estudantes de língua  portuguesa.

5. O que a fizeram decidir pela agência pela qual viajou?
Na minha cidade, duas agências são mais fortes: a STB e a CI. Decidi pela CI por vários motivos: (1) a escola Good Hope Studies (coisa muito importante antes de decidir pela agência é decidir pela escola). Vale a pena ver os reviews de quem foi para cada escola, ver o que a escola oferece de curso e programação extra-aula. O serviço prestado é o da escola (a agência é apenas um intermediário). A localização da escola que eu escolhi ficava no Centro, muitas escolas ficavam no subúrbio (na África, o subúrbio é a região mais nobre e de difícil locomoção através de transporte público). (2) O preço e a forma de pagamento também foram importantes (na CI eu paguei um valor alto de entrada, mas parcelei o resto no cartão onde ainda ganhava milhas). A Stb não dava opção de parcelar no cartão.

6. Qual cidade você escolheu e por quê?
Eu escolhi Cape Town. A cidade fica na parte rica da África, África do Sul. A cidade é bem estruturada e tem muita coisa para se fazer: restaurantes, montanhas, pubs, mercados, etc.

7. Você preferiu casa de família ou residência? Por quê? Foi uma boa escolha?
Eu preferi casa de família. Achei que seria mais seguro na África do Sul e quando cheguei lá pude confirmar esse pré-conceito. As residências estudantis lá hospedam pessoas que estão de passagem, além dos estudantes. E os banheiros são compartilhados com cada 2 quartos, eu não achei seguro. Não recomendo para quem viaja só. Quanto à hospedagem em casa de família, a minha host mother não era nada bacana, era mesquinha e a comida era horrível. Ela achou ruim eu tomar dois banhos ao dia e me chamou a atenção, mas eu reclamei na escola e tudo se ajustou. Foi bom reclamar na primeira semana, pois eu teria apenas um mês na África do Sul e, na verdade, eu não queria mudar. Poderia sobreviver à comida dela. Mas não queria abrir mão dos meus 2 banhos. A localização da minha casa era no Sea Point, 15min da escola, um bairro muito bom, cheio de restaurantes e seguro para andar a pé. Eu passava muito tempo fora, quase não encontrava com ela. Valia muito a pena continuar lá. E assim foi.

8. Qual foi a escola que você escolheu e qual o programa de estudo?
Eu escolhi a Good Hope Studies e fiz o curso regular de inglês. Mas a escola oferecia preparatório, cursos com trabalho voluntário com animais e crianças, etc.

9. Quanto tempo passou estudando fora? Foi proveitoso?
Eu passei 1 mês. Foi extremamente proveitoso!! Faria tudo de novo!! Quero voltar um dia!

10. Liste alguns pontos positivos e negativos da cidade que você escolheu.
Pontos positivos: a cidade é a mais linda que eu já conheci na vida, rodeada por natureza. Todos os dias eu senti esse contato! O custo de vida é muito barato, eu dividia tudo por quatro para ter o valor em real. A cidade é bem estrutura, fácil de locomover, oferece muitas opções de lazer: praias, shopping, restaurante, pub, é possível conhecer algumas vinícolas, praticar esporte radicais, etc.
Pontos negativos: se você quiser fazer um safári radical não terá isso próximo à Cape Town. A África do Sul é mesmo um país mais desenvolvido dentro do continente. Você tem algumas opções muito legais como uma rota de 3 (três) dias que eu fiz (Garden Route), onde você visita uma grande reserva e vê muito animais. Mas safári mesmo, mais selvagem onde você fica esperando os animais aparecerem e se hospeda dentro da reserva, fica mais distante de Cape Town. Neste estilo, recomendo o Krueger Park.
Eu não tive muito tempo e estava viajando sozinha, mas se tivesse mais tempo e estivesse em grupo, teria tirado uma semana sem aula para fazer o Krueger Park ou as reservas na Namíbia.

11. Liste alguns pontos positivos e negativos da escola que escolheu.
Pontos positivos: todos! Excelente material, ótimos professores, salas com número de alunos reduzidos, ótima localização (centro), diretores e pessoal de apoio muito solícitos, café e chá à disposição. A escola também era muito organizada com horário e calendário. Adorei as aulas lúdicas: tivemos aula de campo no museu de arte natural e assistimos a uma final de jogo de rúgbi em um pub (isso foi uma loucura, minha gente! Era como se fosse uma final da libertadores, por exemplo).
Pontos negativos: a internet da escola era péssima, mas isso era em todo canto da África do Sul, nem posso dizer que era somente na escola. A escola tem convênio com uma empresa petrolífera da Angola e recebe muitos alunos de língua Portuguesa. Mas isso é tranquilo, é só evitar falar Português com os colegas.

12. Fale-nos sobre as diferenças culturais.
Eu não senti tanta diferença cultural, até por que convivi mais com meus colegas intercambistas. O que pude perceber é que os sul africanos são pessoas muito solícitas e calorosas. De forma geral, a cidade é segura, mas é preciso evitar certos locais e horários, e tomar cuidado com os pequenos furtos, assim como no Brasil. A pobreza é grande. E é bem evidente que os melhores trabalhos estão com brancos e os piores com os negros. A herança do apartheid ainda é remanescente e triste.
A primeira língua não é o inglês, é o Africâner. Além dos dialetos. Eu tinha alguma dificuldade para entender o inglês falado por algumas pessoas mais humildes. Alguém assistiu “invictus”? Assistam, este é o inglês falado na África do Sul!
Outra coisa que percebi é que existe uma presença grande de muçulmanos e judeus na cidade.
 
13. Deixe-nos uma mensagem para aqueles que sonham em estudar no exterior.


Intercâmbio não é só estudo, é aprender outra cultura, é comer, ter novas experiências, é viver, isso é o que nós levamos desta vida. Eu faria tudo de novo! Muitas pessoas me disseram: “a África?!” E a minha resposta era: “por que não?!”. Digo o mesmo! A experiência de um intercâmbio é incrível, por que não?! Permita-se!




Foto arquivo: Beatriz Gondim


Foto arquivo: Beatriz Gondim


Foto arquivo: Beatriz Gondim


Foto arquivo: Beatriz Gondim


Foto arquivo: Beatriz Gondim



Foto arquivo: Beatriz Gondim


Foto arquivo: Beatriz Gondim


Foto arquivo: Beatriz Gondim



ATENÇÃO:  RESPEITE OS DIREITOS AUTORIAS. NENHUMA PARTE DESTE POST DEVE SER REPRODUZIDA SEM A AUTORIZAÇÃO DO(A) AUTOR(A) E SEM QUE HAJA A CITAÇÃO DA FONTE.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Estudos no Exterior - Uma visita a San Francisco

Por Waleska Bruno
Hello amigos!
Nesta semana, convidei meu amigo Anderson Verçosa a escrever sobre San Francisco/Califórnia/EUA, ele carinhosamente atendeu ao meu pedido e nos presenteou com um post que eu, particularmente, amei! Adorei as dicas, as músicas e as fotos. Ao ler o post, despertou-me uma vontade de arrumar as malas e... "Tchau Fortaleza, estou indo a San Francisco! Volto daqui a um mês." Anderson Verçosa, da próxima vez, vamos juntos, ok? 

Espero que gostem do post. 
Beijos, W-B.


Uma visita a San Francisco
Califórnia/EUA
Por Anderson Verçosa 

Olá!!
É com muito prazer que estou escrevendo esse segundo post para o Blog W-B! Desta vez vou contar para vocês um pouco de como foi a minha aventura durante o intercâmbio na Califórnia em uma das cidades que eu mais amei visitar: São Francisco!!! Antes de começarmos, que tal escutar um som que tem tudo a ver com essa cidade!

Fonte: www.youtube.com.br

Falando em São Francisco, esta cidade, em termos de população, é apenas a 4° maior na Califórnia,  atrás de Los Angeles, San Diego e San José, respectivamente, porém em termos de popularidade, turismo, importância econômica e na cultura Americana, ela, com certeza, está entre as mais importantes! Confesso que apesar de querer muito conhecê-la, a minha viagem a São Francisco não estava em meus planos iniciais e nem financeiros, porém um dos meus amigos e companheiro de viagem, Michel, da Bélgica, queria muito ir, e além da disposição, ele tinha alugado um carro no qual poderíamos usá-lo para a viagem! Já convencido, começamos a planejar nossa viagem, e por incrível que pareça, somando todos os custos e o tempo que iríamos levar na viagem (um total de 8 horas de carro), para aquele fim de semana que queríamos ir, seria mais barato ir de avião, e assim o fizemos com um menor custo e maior tempo, partimos para um final de semana inteiro no norte da Califórnia!

Dica n°1: Planeje tudo com antecedência. Já saímos de San Diego com tudo planejado. Albergue, lista de pontos turísticos que queríamos visitar, mapas da cidade, transporte público e etc. Assim você economiza tempo, dinheiro e evita qualquer tipo de dor de cabeça. Após desembarcar, pegamos o metrô, na estação que fica dentro do próprio aeroporto e seguimos em direção ao nosso albergue que ficava no centro da cidade.  Quando saí da estação do metro em direção à rua, foi como se houvesse algo no ar, apaixonei-me imediatamente pela cidade, isso foi inevitável! Em São Francisco, é assim, é algo quase que inexplicável, o clima da cidade lhe traz uma paz, alegria e descontração sem tamanho. É como se ninguém trabalhasse, e todos estivessem relaxados e de bem com a vida o tempo todo. Uma coisa que me surpreendeu foi que o número de turista lá é IMENSO!! Muitas vezes parava algumas pessoas em busca de informação, e elas me diziam que não moravam lá, eram apenas turistas. Ou seja, era muito difícil diferenciar quem realmente era da cidade ou não. Outra coisa boa dessa viagem (para quem gosta de festa e badalação, como eu... hehehe) foi o nosso albergue. Havíamos feito a reserva sem saber que esse albergue tinha sido eleito como o melhor “Party Hostel” dos EUA. Ou seja, a festa estava garantida! No subsolo do próprio albergue, havia uma espécie de night club com bebida liberada!!! Isso mesmo: bebida liberada à noite toda!! (hehehehe) À noite, todos os hóspedes se reuniam lá com DJ, jogos e muita diversão até o nascer do sol.

Escutei essa música diversas vezes pelas ruas, e tanto a música quanto o clipe, tem tudo a ver com o clima da cidade à noite e com a meus momentos de festa por lá!!!

Fonte: www.youtube.com.br
Dica n°2: Se você não tem problema de disposição, evite táxi ou outro tipo de transporte motorizado! A cidade é muito linda para você ir apenas de um ponto ao outro dentro de um carro ou ônibus. Há diversas ruas e pontos bem legais para parar, aproveitar e tirar muitas fotos, que você só irá descobrir a pé! Além do mais, o transporte na cidade é MUITO caro. Lembro que paguei um bilhete diário, onde eu poderia andar nos famosos “Cable Cars” e nos ônibus, por 14 dólares!! É um pouco cansativo, andar naquelas ruas íngremes, mas vale a pena! Ande, ande e ande pela cidade toda! Durante os três dias que passei lá, consegui aproveitar bastante e conhecer muitos pontos legais na cidade, como: Downtown, Fisherman’s Wharf (área bastante popular entre os turistas com diversos bares, restaurantes, lojas, Hard Rock Café etc.), Golden Gate Bridge, Chinatown, Coit Tower (que tem uma das vistas mais bela da cidade), Lombard Street, andei de “Cable Car”, e fui a muitos e muitos parques. São Francisco é uma cidade incrivelmente verde!! As pessoas aproveitam bastante o fim de semana para andar em suas bicicletas, ler um livro, passear com crianças e amigos, e fazer piqueniques nos diversos parques espalhados pela cidade, que na maioria das vezes estão rodeados sempre por uma belíssima igreja ou catedral. Porém não conheci muitos outros lugares, como a ilha onde fica o Alcatraz (famoso ex-presídio e agora, museu e um dos pontos mais procurados na cidade), o Golden Gate Park, Exploratorium, Museu de Arte Moderna de San Francisco (SFMOMA), entre outros... (Acho que tenho vários motivos para voltar lá logo, logo!! Hehehe)

Dica n°3: Alugar bicicleta é muito fácil. Há vários pontos espalhados por toda a cidade onde você pode encontrar. E não é tão caro não. Só uma coisa, se você não for muito bom em memorizar os nomes das ruas (como eu), aconselho andar com um GPS ou com os mapas da cidade. Pois, depois de percorrer por diversos pontos, é muito fácil se perder! E foi o que aconteceu... Quase no final da tarde, por causa do grande número de pessoas na área onde fica o Fisherman’s Wharf, me perdi do meu amigo e se eu não tivesse o telefone do lugar onde eu aluguei a bicicleta para ligar e perguntar as direções, eu ainda estaria lá até agora, visto que quase 90% das pessoas que estavam lá eram turistas, e se eu não sabia o caminho de volta, muito menos elas... (hehehehe) Duas coisas que você não pode deixar de fazer é andar em um dos famosos “Cable Car” e atravessar a Golden Gate Bridge de bicicleta. Esta última, foi uma das experiências mais legais que já tive em toda a minha vida. Percorrer aquela ponte, com o vento no rosto e com uma vista exuberante da baía da cidade, definitivamente, não tem preço.

Enfim, São Francisco é uma cidade LINDA, verde, romântica, antenada, feliz, “da paz”, fashion, “nerd”, colorida, multicultural, clássica e moderna ao mesmo tempo, que abraça todos os seus habitantes e visitantes de uma forma única e sem preconceitos, que eu jamais vi antes em qualquer outro lugar. Já quero voltar lá assim que puder para conhecer o que não consegui, pois como diz a música interpretada por mestres da música como Frank Sinatra, Louis Amstrong e Tony Bennett: "meu coração ficou em São Francisco. . ."


“My love waits there in San Francisco
Above the blue and windy sea.
When I come home to you, San Francisco,
Your golden sun will shine for me!
I left my heart in San Francisco . . . ”
“Meu amor me espera em São Francisco
Acima do mar azul e de sua brisa.
Quando eu chegar, São Francisco,
Seu sol dourado brilhará pra mim!
Meu coração ficou em São Francisco. . .”

Fonte: www.youtube.com.br
Espero que vocês tenham gostado do post! 
E até o próximo!!!
Abraços,
Anderson Verçosa.

Quer saber mais sobre San Francisco e planejar sua viagem?
 Acesse estes blogs:

Rodei

Viaje na Viagem

Aprendiz de Viajante


A DUPLA


 Eu, Anderson Verçosa, e meu amigo e companheiro de viagem Michel Meyer. 
Paramos a nossa maratona para fotografar em frente a essa vista maravilhosa.
Foto: Só Deus sabe quem.

San Francisco

Downtown San Francisco vista do topo do hotel Hyatt.
Foto: Anderson Verçosa
 Um dos corações localizados em cada esquina da famosa Union Square, 
no centro da cidade.
Foto: Anderson Verçosa
Eu, Anderson Verçosa, no Yerba Buena Gardens, 
parque localizado no centro de San Francisco, 
onde fica o auditório que a Apple faz grande parte dos seus 
eventos de lançamentos.
Foto: Michel Meyer
Prédio incrível do City Hall da cidade. Olha ali, eu no fundo!!
Foto: Michel Meyer
Área de convivência do Albergue.
Foto: Anderson Verçosa

À espera de entrar no famoso Cable Car.
Foto: Anderson Verçosa

 Em San Francisco é assim: a bike é o principal meio de transporte!
Foto: Anderson Verçosa

 Vista da cidade do outro lado da Golden Gate Bridge.
Foto: Anderson Verçosa
 Lombard Street. Uma rua como essa você só encontra em San Francisco!
Foto: Anderson Verçosa

Alcatraz de longe!
Foto: Anderson Verçosa

Chinatown
Foto: Anderson Verçosa

 Um dos diversos parques da cidade com a galera curtindo o sol! 
Que linda catedral ao fundo da foto!
Foto: Anderson Verçosa

Na Coit Tower!
Foto: Michel Meyer

 Vista de cima da Coit Tower.
Foto: Anderson Verçosa

Ruas de San Francisco.
Foto: Anderson Verçosa


Ruas de San Francisco.
Foto: Anderson Verçosa

Vista do restaurante no topo do hotel Marriott.
Foto: Anderson Verçosa

Curtindo uma cerveja e apreciando a vista da cidade!
Foto: Michel Meyer

 Ir à San Francisco e não passear de Cable Car, não é ir à San Francisco! hehehe
Foto: Michel Meyer
ATENÇÃO:  RESPEITE OS DIREITOS AUTORIAS. NENHUMA PARTE DESTE POST DEVE SER REPRODUZIDA SEM A AUTORIZAÇÃO DO(A) AUTOR(A) E SEM QUE HAJA A CITAÇÃO DA FONTE.

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